terça-feira, 11 de dezembro de 2007

UM NOVO AMIGO

Eu não sou do tipo que considera as coincidências. Prefiro acreditar que tudo tem um porquê e o acaso não existe. Mas tem vezes que não consigo entender determinadas situações.
Um exemplo disso, é a relação de amizade que tenho construído com um jovem rapaz da faculdade e que conheci a pouco menos de seis meses. Há uma sinergia de idéias e de vivência entre nós que eu bem poderia dizer que o conheço a anos. Parecemos ter vivido numa mesma família como irmãos. Isso tem me feito um bem danado, até porque as minhas amizades, que não são poucas, costumam ser muito direcionadas. Mas raramente consigo falar tanto de mim com alguém como tem acontecido nas nossas conversas regados a café com leite.
Por um momento cheguei pensar que se tratava de outra coisa, mas conforme vou conhecendo-o me certifico de que não é mais do que uma grande amizade e que eu torço para que o tempo a solidifique. E aí quando tivermos sei lá com quantos anos de vida, possamos recordar com bastante nostalgia desses papos.