domingo, 24 de junho de 2007

POEMA PERDIDO

E quem sabe um dia
No meio dessas coisas todas
Tolas, remissivas
Na inversão do todo
E construção plena do nada
Se faça presente a única presença
Dos desesperados em ascensão
Porque dos loucos já se terá a paz

Não adianta buscar entendimento
Zepelin, Freud, maconha
A essência se faz no mundo
Feito de concreto e gesso
Onde gira os fusos e parafusos
E quebra-se as barreiras do saber
Olha só o céu...
Luizinho Brito